quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Emagrecer para chegarmos ao peso ideal


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Eu não sou uma mulher religiosa, mas me arrependo da ausência de tradições em minha vida, uma delas a disciplina. Para justificar isso informo que pela milésima vez voltei ao pior peso da vida.
Menina inquieta, que não sente fome, isso mesmo que você leu, eu deveria ser magrinha-palito porque não sinto fome, mas como com os olhos, como com o coração, como com a vontade, como porque tem comida em volta, como por prazer.
Não precisa, não precisa dessa quantidade toda, mas eu gosto, gosto de pratos cheios, gosto de repetir, gosto da sensação de barriga tufada, às vezes vomito e passo mal involuntariamente.
Nada disso deveria ter acontecido, mas aconteceu, o efeito sanfona novamente me pegou, faltou consciência, faltou educação, faltou bom senso, posso rever na minha memória todos os meus acertos e todos os meus deslizes conscientes.
Infelicidade afetiva, bora comer, alegria, bora comer, ajudar os animais, bora comer, se sentir a melhor pessoa, bora comer... Lembro das coisas que fui capaz antes de adquirir consciência, remédios, shakes, neurose com a balança.
Eu comia alguma coisa e já me culpava, precisava de tempo para absorver a minha jaca, a vida era cheia de sacrifícios pessoais e nada fiz para expandir a consciência. O equilíbrio não tinha importância.
Aprendi a tirar vantagem, fazer as substituições de maneira esperada, me controlar no casamento deste fim de semana e aprender a não ser tão inconveniente comigo mesma.
Magra feita um varapau não é meu propósito de vida, nunca vou desistir de mudar a mim mesma, de me adequarem prol da qualidade de vida, de parar com as justificativas de agir e de escolher.
Meu corpo deveria ser meu jardim tranquilo, meu mundo maduro, preciso ser tolerante e rígida ao mesmo tempo para as minhas escolhas sensatas, preciso sentir prazer em admirar o ceú e contemplar as estrelas, não num prato de comida.
Preciso me imunizar de tudo que me faz mal, principalmente das escolhas alimentares erradas.
Arcise Câmara
Crédito de Imagem: Meu Mundo Online


quinta-feira, 29 de novembro de 2018

A grande maioria posta tudo sem nenhuma reflexão


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O mundo das Fake News, o que acaba com a vida de muita gente, o que mostra ao mundo relacionamentos intoleráveis em que quem ler toma partido do certo e do errado.
A notícia que deve ser noticiada primeira, sem nenhuma fonte confiável, sem a credibilidade dos amigos, cheia de preconceitos e pressões, sem lucidez e com muita coragem e ousadia para destruir ou manipular.
A tua história pode mudar o mundo se for verídica, mas enganar as pessoas mesmo que seja com boa conversa e bom humor não é nada ético, essas matérias sem roteiros, só querendo likes.
Já existe até a estática das pessoas afetadas por falsas notícias e o impacto que causam em suas vidas, amizades destruídas, milhares de pessoas sendo juízes das “histórias”.
A única garantia é que é um caminho sem volta, depois que a verdade vem à tona não atinge o mesmo número da mentira contada, o número de compartilhamentos são menores.
Eu aproveito para dizer, na dúvida não compartilhe, não julgue, não perca a elegância e nem seu autocontrole, você pode estar sendo usado para massa de manobra, para interesses ruins e ordinários.
É difícil acordar do pesadelo de ter sua imagem íntima vazada, ou virar meme por ser “feia” ou “sem graça”, fazer humor em cima da desgraça dos outros não é engraçado. Tome distância disso.
Tente ficar atento, até que o bom senso fale mais alto, você não é bobo, não é perdido nos próprios pensamentos, você saberá identificar uma falsa notícia, geralmente não é noticiada em outros lugares.
A internet pode e deve se reinventar, mas sem confundir, sem tolher a expressão da liberdade e da verdade, deve ser notada por coisas positivas, por respeito ao jornalismo de verdade, tão raro e escasso hoje em dia.
Arcise Câmara
Crédito de Imagem: dicasblogger


quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Passado

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O passado não existe. O que existe são as experiências. Aprendi o que tinha que ser aprendido, ensinei o que tinha que ser ensinado.
Arcise Câmara

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Obrigação de Pai e Marido

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Sempre que digo a alguém que meu pai é o cozinheiro da casa, as pessoas perguntam: Ele gosta de cozinhar? Ele é chef?
Eu sempre respondo: Sabe que eu não sei. Meu pai cozinha de manhã, de tarde e de noite, faz café, almoço, janta e se precisar ceia. meu pai não cozinha por hobby, ele cozinha porque faz parte de uma família que todo mundo tem obrigações e a do meu pai é cozinhar.
A obrigação dele é tão obrigação que quando ele precisa sair tem que acordar mais cedo para deixar tudo pronto, assim como a minha obrigação é lavar banheiros.
Eu admiro tanto meu pai por isso, ele é um pai legal, um pai presente, um pai que sabe que a sua contribuição é importante, longe de qualquer modinha de homão da porra.
E isso não foi estipulado pela minha mãe não, vem de dentro, essa co-participação da família que também é dele.
Amo a comida do meu pai, ele cozinha para nós por amor e a nossa família é feliz por ter pessoas que se amam na prática.
Arcise Câmara

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Uma criança que nasceu do amor


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Parecia que eu estava tentando impor as minhas próprias necessidades, a minha filha precisava de balé, inglês, piano e vôlei, era um inferno ter que conciliar tudo isso, mas era um bem necessário.
Não me permitia enxergar que tudo aquilo era o fruto das minhas expectativas, nada abatia meu ânimo, nada me fazia desistir, nunca me exigi de verdade como eu exigia dela.
Eu estava sem rumo e sem sentido e achando que estava na estrada certa, isolei-me de familiares e amigos que davam pitacos na nossa vida, disse o que não queria, demonstrei o meu pior lado, perdi a paciência, aprontei de tudo. Fui à leoa em forma de gente.
Amor era lealdade irrestrita e tolerância ilimitada, eu tinha um plano, minha filha nasceu para ter sucesso e nenhum esforço era em vão. Basta um primeiro contato divertido para perceber que viveríamos felizes para sempre, uma seria a completude da outra.
Tomei a decisão de assumir meu destino como mãe, você provavelmente já viu outras pessoas negarem uma situação óbvia a todo mundo, uma dessas pessoas era eu, nunca transformei lições em aprendizados, estava cega pelas chances  de sucesso.
Está acontecendo alguma coisa que me deixa maluca por dentro, eu era elegante, livre por dentro e não escrava das respostas, a gente nunca ia se separar, mãe e filha tem laços eternos.
Nós ficamos tantos anos juntas que quando ela começou a namorar eu levei um choque, quem poderia me ajudar? Ela não tinha mais tempo livre, meu coração desfalece.
O excesso paira sobre sua vida, as prioridades dela não são as minhas, ela deve ter sentido alívio em viver a própria vida, quando um se dá demais no relacionamento e o outro só recebe a balança fica desigual.
Absolutamente foi difícil resistir, revisei o que deveria dizer e acordei tempo mínimo para mim, alegando abandono, instalou entre nós um muro do consumismo. Como eu sempre a quis a melhor, na concepção dela que sempre recebeu tudo do bom e do melhor era necessário estabelecer os padrões das grandes grifes.
A sala estava cheia de gente, aguardando a terapeuta, e eu mentalizando tudo que ia dizer: graduada na escola da vida, infantil, qualidades comportamentais de generosidade e de temperamento forte, achei que o amor só fazia o bem e acho que fracassei, não sei se é o verdadeiro fracasso ou é a certeza das expectativas frustradas.
Arcise Câmara


quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Transformei o sono em prioridade


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Por causa da minha falta de sono, abandonei o celular depois das 18h ou após chegar em casa de algum evento noturno, a felicidade é altamente subjetiva, mas dormir pouco me deixava infeliz, mal-humorada, cansada, estressada.
Passei tempo de celibato profundo e involuntário, não me relacionei com ninguém afetivamente por muito tempo, não me aparecia opção agradável, em muitos casos me distanciou do aspecto emocional.
Não, não era isso que me tirava o sono, o que realmente afetava meu dormir bem se referia a não ser responsável com os horários, eu ficava na internet, nas redes sociais, no youtube e dormia de 3 a 4 horas por noite.
O contraste entre o quero, mas não devo. Escolhi a parte da historia que queria acreditar, escolhi a saúde do corpo, o controle do tempo efetivo, jamais esquecerei o dia em que percebi que as curtidas não me levariam a lugar nenhum.
Usava o celular e consequentemente a internet ainda com o hálito letal, era a segunda coisa que fazia depois de abrir os olhos, estava num vício que me deixava menos eficaz e eu não usava minha inteligência para acertar as coisas depois.
Não sei viver do passado, mas essa ansiedade do presente, esse querer ler tudo, estar em sintonia com o mundo não fazia o coração sair pela boca, me fazia ser apenas mais uma mulher preguiçosa no mundo.
Não tem nada a ver com você, se isso te faz bem, se os contos de fadas te realizam, se és civilizada e equilibrada no campo cibernético. Eu sou sem noção, não consigo assistir séries por episódios, tenho que maratonar, não consigo ler apenas um capítulo do livro tenho que zerá-lo porque ainda tem muita coisa para ler.
O amor verdadeiro não exige o amar de volta, mas o amor próprio precisa de escolhas acertadas no campo da saúde, eu sei verbalizar o que me faz mal, e a falta de sono é uma delas.
Concentrei-me em retribuir as pequenas gentilezas comigo mesma, estava sofrendo um grande trauma, o tempo passando depressa e eu sem tempo para as coisas mínimas porque me auto diagnostiquei viciada em celular.
Arcise Câmara


quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Não compre de forma alienada


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Quando alguém tem uma meta clara é capaz de superar os próprios limites, eu sou tua amiga e posso dizer que as consequências de gastar sem consciência é desastroso.
Os altos e baixos emocionais não devem levar ninguém aos shoppings, não deve ser a explicação coerente para as compras compulsivas, a vida anda caótica demais, atribulada demais para fazer do dinheiro o simbolismo da vida.
Vou viajar daqui a poucos dias, gosto de gastar com viagens planejadas, conhecer pessoas gracinhas de vinte e poucos anos ou de sessenta e cinco, gosto de me sentir dona de mim mesma e isso eu consigo viajando.
Revivo cada viagem desde o começo, parece histórias de filhos que posso contar uma a uma. Eu olho para frente e só me vejo viajando mais e mais, dentro das minhas possibilidades é claro.
Fui educada sem sensibilidade, a pobreza foi me apresentada logo cedo, os meus pais queriam me ver felizes com pouco, não me muniam de “tudo que eles não tiveram”, a exceção era a educação.
O dia mais incrível de todos, foi o dia que encontrei pessoas hansenianas, sorrindo para a vida, sem precisar de apetrechos tecnológicos, sem contemplar a música romântica, o fato de existir em meio ao caos e ao preconceito fazia de cada um vitorioso.
Eu me deixei escolher por essa vida mais simples, pela necessidade de partir para o essencial, para desenvolver a arte da tolerância e da solidariedade, o resgate da confiança, o ficar calada sem revidar, era isso que eu estava acrescentando no meu carrinho de compras.
Gosto de falar de assuntos que não envolvem dinheiro, que não atraem novidades da hora, mas que impulsionam a vida, gosto de falar de essência, do ser, do existir, do sentir, do absorver, da gentileza, da simplicidade da vida e dos sacrifícios que podem significar alguma coisa. Quero estar abastecida dessa pequenas lições.
Arcise Câmara


quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Fazendo de você uma pessoa que ninguém quer para casar


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Você está diferente, disse ela, e minha amiga disse um dia antes, “se a relação não sai do lugar, então não é namoro”. Estava começando a ficar paranoico, era amor não correspondido?
Fazia tanto tempo que não te via, será que eu não correspondi as suas expectativas? Me senti entorpecido de tanto cansaço e ansiedade. Ela riu e até encolheu a barriga, sabe-se lá por que.
Se a pessoa não me passa segurança eu já quero pular fora, refletia sobre o que estava acontecendo e aonde isso ia me levar. Preferi não contrariar a pessoa, talvez eu não seja uma boa pessoa para constituir família.
Estava num lugar incrível, às memórias dela me vieram à cabeça, achei que ela estivesse interessada em alguém, isso me deixou ainda mais inseguro. Uma conversa que já deveria estar encerrada tem vida própria e recapitulei cada palavra que ela disse, sem sucesso, embaralhou minha cabeça mais e mais.
Eu vivia de consumo sustentável, já tinha pensado em suicídio, ficava com garotas uma vez por semana e quase sempre o assunto acabava quando eu mais queria que tudo desse certo.
Sempre fui muito seletivo, ficava com qualquer uma, mas nunca namorei quem me foi muito fácil. Não gostava de “Amor” em troca de nada. Eu precisava de um contexto, de um ponto de referência.
Pensava antes de reagir e não reagia antes de pensar, estava na direção certa, relembrava os momentos vividos, algo mais substancial, sem me importar demais, sem relógio batendo desordenadamente, sem pressa.
Me diverti às pampas, não me colocava no lugar de ninguém, não me desfiz dos meus sonhos, nunca fechei portas totalmente, amo ser homem e másculo, um sujeito difícil de aguentar.
O sentido de viver é ir se adaptando, ser atento ao esforço, reconhecer a bondade e ser grato a Deus, Sem saber como me sentiria hoje. Tudo está mais intenso, guardava as coisas para mim, minha intenção é me divertir, dormir bem e perder peso. Não sou homem para casar, não agora.
Arcise Câmara


quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Como se eu tivesse algum lugar aonde ir


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Case com alguém que te ame mais do que você a ele era o que eu sempre ouvia, mas não foi o que aconteceu, apenas eu estava lutando pelo relacionamento, fechei o coração e tranquei a porta.
Vou tentar descobrir o que está havendo, disse uma amiga e completou com um, depois te digo. Parecia que tinha mulher na área, mas eu sinceramente não estava nem um pouco interessada em saber.
O modo como à gente se relacionava no momento me fazia sentir sozinha e ressentida, era como se não existisse respeito. Não me deixei enganar com nada daquilo, eu era uma mulher traída e precisa tomar uma decisão.
Esse é o espírito da coisa, eu não tinha emprego, nem tinha para onde ir, então me restavam poucas alternativas para me libertar, talvez uma conversa séria fosse necessária.
Eu tinha inveja da pessoa, eu precisava mudar porque na minha cabeça eu não tinha sido boa o suficiente e eu estava apenas colhendo o que plantei. Eu vivia a deriva, perdendo tempo.
Mesmo podendo ir para debaixo da ponte decidi pelo mais difícil, a inesperada amizade do meu ex-marido me comoveu, ele se sentia grato por tudo, cansou de viver uma vida dupla, queria me recompensar pelas perdas afetivas e me deu uma pensão generosa sem eu pedir. No fundo, no fundo, ele era melhor como ex do que como atual.
Naquele momento, o mundo me pareceu justo e cheio de esperança. Não há mais relacionamento aqui, a gente não tinha mais nada para viver, minha cota de convivência havia acabado, que se danasse se ele batia o telefone na minha cara, hoje ele estava diferente de tantos ex que conheci e eu tinha que agradecer ao universo por isso.
Um leque de possibilidades dos pensamentos me preenchia, estávamos num momento de educação sentimental, não éramos inimigos, foram rápidas e infelizes tentativas que fazemos para ficar com quem temos pouco em comum.
As razões não combinam comigo, compulsão alimentar, dificuldade para dormir, interesse sexual reduzido era tudo que eu sentia, sinto-me egoísta por ter fechado a porta.  Existem duas maneiras de olhar para o passado e eu decidi pela maneira positiva. A vida era assim mesmo.
Arcise Câmara


quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Abandonei meus filhos em troca de uma família novinha em folha


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Minha motivação era sólida, uma linda mulher, vinte anos mais jovem e o amor da minha vida. Minha ex-família não estava bem emocionalmente e nada funciona desse jeito.
Marcas de sofrimento e traumas jamais apagados da memória, já ela era muito simpática e generosa, as pessoas gostam de estar perto dela, ela é loira, tem um brilho no olhar, é gentil.
É prudente fazer uma pausa de tempos em tempos para reavaliar nossas emoções, eu tentava entender o porque de tamanha depressão e era falta de amar e ser amado.
Questões passadas mal resolvidas dentro de mim, vemos acaso como destino, mas o que está acontecendo em minha vida é transformador, eu vejo como a gente foi importante um pro outro, fez meu coração doer ter que me separar dos meus filhos, por escolha minha é claro!
Faltou vontade de reconhecer os erros que na verdade nunca fui o pai, nunca ajudei, dei banho, troquei fraldas, nunca me obriguei a fazer nada em prol dos filhos.
A probabilidade que eu sumisse era muito grande e eu fiz esse papel, como eu ia conviver sem intimidade, não tenho o superpoder de fazer comer ou de fazer deveres escolares.
De acordo com as expectativas alheias eu poderia ser esse crápula que se separa das mulheres e dos filhos, ou nem carregava esse peso, porque a sociedade já esperava isso de mim.
Não relutei em me jogar de cabeça no amor, senti o coração bater apressado e isso para um homem da minha idade foi um bálsamo, parei de ceder no relacionamento que você não recebe nada em troca, ela nem trabalhava, ficava apenas em casa consumindo o meu dinheiro.
Eu acreditei que passaria o resto da vida com a minha atual companheira, mas ela me deixou assim que as coisas apertaram financeiramente, eu chorei, não briguei, mas me mostrei triste. Estava sozinho e sem filhos, dos amigos me afastei por ciúmes dela.
Não foi eu que atraí alguém interessante, foi o meu bolso. O sonho foi desfeito, não ficamos muitos anos juntos, não foi tão intenso quanto eu imaginava. Olhei para trás e absorvi as lições do que passou.
Arcise Câmara